Alarmistas do clima propõem esterilização e infanticídio

As técnicas para alcançar a redução da população incluem a esterilização em massa através de vacinas, o planejamento familiar obrigatório em troca por ajuda estatal.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Dezembro 10, 2010

Apenas alguns meses depois que um documento das Nações Unidas revelou o plano que os alarmistas do clima pretendem culpar a “superpopulação” como um mantra para reviver o desacreditado aquecimento global como um meio de desmantelamento da classe média, o bilionário Ted Turner salientou a mesma coisa durante um almoço em Cancún, exortando o mundo a adoptar a política brutal da China de permitir apenas um filho por família, e até sugeriu que os pobres devem ser esterilizados em troca de ajuda do governo.

Depois de um discurso precedido pelo economista Brian O’Neill, do Centro para a Pesquisa Atmosférica, nos Estados Unidos, que concluiu com a ideia de que uma população crescente está contribuindo para uma aceleração do crescimento das emissões, o Tio Ted lembrou que os escravos não devemos aspirar a seguir o seu exemplo de ter cinco filhos, e se fizemos isso devemos enfrentar a ira de uma política de natalidade no estilo chinês, que envia as mulheres que desafiam seus editais para “campos de reeducação”, depois de terem sido espancadas e forçadas a injetar-se para acabar com a vida de seus bebês no útero, é claro.

O Sr. Turner – um defensor do controle da população – disse que o estresse ambiental sobre a Terra exige soluções radicais, sugerindo que os países deveriam seguir o exemplo da China em estabelecer uma política de ter um filho único para reduzir a população mundial ao longo do tempo. Ele acrescentou que os direitos da fertilidade podem ser vendidos para as pessoas pobres podem e assim elas se beneficiem de sua decisão de não se reproduzir “, relata o jornal Globe and Mail.

O segredo por trás do pedido de Turner para impor uma política tirânica como a da China, que é administrada pela polícia secreta e de “planejamento familiar”, -seqüestram, drogam e obrigam as mulheres a abortar-, não tem nada a ver com a sua preocupação com o meio ambiente.

Turner tem cinco filhos e possui nada menos que 2.000.000 hectares de terra. Ele é o maior proprietário do planeta, atrás apenas das famílias reais da Europa. Turner tem defendido publicamente programas para reduzir e sacrificar a população humana em um 95%, um valor que só pode ser alcançado através de genocídio em massa, o aborto e o infanticídio.

No terceiro mundo, Turner deu bilhões para a redução da população, especialmente através dos programas das Nações Unidas, junto com Bill e Melinda Gates e Warren Buffet (o pai de Gates tem sido um membro da Planned Parenthood e sua política eugênica.) Gates tem dado palestras em que promove o uso de vacinas e do aborto como meio de reduzir a população mundial e à redução das emissões de CO2.

A alegação de que os cuidados de saúde através da vacinação podem salvar vidas, mas também reduzir o número de pessoas no planeta é um oxímoro, a menos que Gates se refere às vacinas para esterilizar as pessoas, que é precisamente o mesmo método preconizado no livro escrito pelo consultor científico atual para a Casa Branca, John P. Holdren chamado Ecoscience. Este livro defende uma ditadura ou “regime global” para impor medidas draconianas para reduzir a população através de todos os tipos de técnicas de opressão, inclusive a esterilização.

Isto é o que Gates e Turner discutiram quando se encontraram em segredo, com pessoas como George Soros, David Rockefeller e Oprah Winfrey, em um encontro privado de bilionários em Manhattan, no ano passado, um esquema que incidiu sobre como estes globalistas poderiam usar sua riqueza para “deter o crescimento da população global. ”

Como é eminentemente provável, a agenda real por trás atiçar as chamas do medo sobre a superpopulação, é a redução do nível de vida em todo o mundo, para impedir que o terceiro mundo se torne economicamente próspero, enquanto evisceram a classe média das nações ocidentais. Não tem nada a ver com o cuidado do meio ambiente ou o planeta. Simplesmente é apenas mais um Cavalo de Tróia para avançar sua tirania globalista.

Este fato foi admitido em um plano da ONU vazado que surgiu em setembro. O documento exorta os alarmistas das alterações climáticas a promover o tema da “superpopulação” como um substituto para o “aquecimento global”, embora admitem que o objetivo final é “limitar e reorientar as aspirações de uma vida melhor para o crescimento da classe média em todo o mundo”; em outras palavras, para convencer as massas, que terão de se contentar com um estado de pobreza para salvar o planeta do Armagedon. Naturalmente, o tio Ted pode manter os seus 2 milhões de hectares e cinco crianças que vão procriar ad infinitum.

A superpopulação é um mito. Dados da ONU indicam claramente que a população se estabilizará em 2020 e, em seguida, cairá dramaticamente depois de 2050 de uma forma natural. Como The Economist relatou: “A fertilidade está diminuindo e o número de membros da família está diminuindo, como no Brasil, na Indonésia, e até mesmo partes da Índia, onde as pessoas pensam que está explodindo com novos nascimentos. Como mostra esta informação, a taxa de fertilidade de metade do mundo agora é de 2,1 ou menos, o número mágico que é consistente com uma população estável e é muitas vezes chamado de “taxa de reposição da fertilidade.” Em algum momento entre 2020 e 2050, a taxa global de fertilidade será inferior à taxa de reposição em geral. ”

Para se destacar, não só os números indicam claramente que a superpopulação é um susto artificial, mas que os alarmistas têm sido forçados a admitir que estão alimentando temores a fim de reduzir os padrões de vida no Ocidente e, portanto, lançar o seu plano de redistribuição de riqueza mundial.

E nem por um segundo se iluda pensando que esta “redistribuição da riqueza” alegada irá se manifestar em uma espécie de utopia socialista. Como foi descoberto durante a Reunião de Copenhague, a agenda de “redistribuição da riqueza” em grande parte se concentra na pilhagem das riquezas da classe média nos países mais ricos, através de impostos de carbono e, em seguida, usar esse dinheiro para financiar a construção de um governo mundial. Como revelado no texto dinamarquês (danish text), o dinheiro gerado a partir de impostos sobre o consumo irá diretamente para o Banco Mundial, e não para países em desenvolvimento.

Mesmo se você acredita na charlataneria distribuídos sobre a supepopulação, duvido que você concorde com os globalistas que para “resolver o problema”, devemos matar 95 por cento da humanidade, destruir a prosperidade e a liberdade econômica ou assegurar que o terceiro mundo continue sendo escravizados por montanhas de dívida com o FMI e o Banco Mundial.

Ted Turner é um industrial bilionário, com cinco filhos, dois milhões de acres de terra e uma rede de interesses comerciais que emitem mais dióxido de carbono em um ano do que todas as pessoas que lêem este artigo juntos na vida podem emitir. E ele está dizendo para você fazer sacrifícios, não ter filhos e vender os seus direitos reprodutivos, esterilizar, reduzir seu padrão de vida, assim como Al Gore charlatanea sobre o nível do mar causado pelo aquecimento global, em quanto compra propriedades e constrói mansões que valem milhões de dólares em pontos turísticos ao redor do mundo.

Quantas mais provas são necessárias para que as pessoas aceitam o fato de que a superpopulação é um mito que foi seqüestrado por alarmistas do aquecimento global que estão agora usándo-lo como um substituto para a desacreditada ciência sobre o aquecimento global antropogénico, para a construção de uma nova ordem mundial, que será inteiramente baseada em sufocar a classe média e tornar as pessoas mais dependentes do governo, tornando-se assim em arquitetos da sua própria escravidão?

Alarmistas del Cambio Climático proponen Esterilización e Infanticidio

Las técnicas para lograr la reducción de la población incluyen la esterilización masiva a través de las vacunas, planificación familiar obligatoria que se hacen efectivos a cambio de ayuda estatal.

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Diciembre 9, 2010

Apenas unos meses después de que un documento de la ONU revelara el plan que los alarmistas del cambio climático pretendían dar como excusa -la sobrepoblación- como mantra para resucitar el desacreditado calentamiento global como un medio de desmantelamiento de la clase media, el multimillonario Ted Turner hizo énfasis en lo mismo durante un almuerzo en Cancún, instando al mundo a adoptar la brutal política China de permitir un solo hijo, e incluso sugirió que los pobres deben ser esterilizados a cambio de dádivas del gobierno.

Después de un discurso dado por el economista Brian O’Neill, del Centro de Investigación Atmosférica de los Estados Unidos, que concluyó con la idea que una población en rápido aumento está contribuyendo a una aceleración del crecimiento de las emisiones, el tío Ted salió a recordar que los esclavos como nosotros no deben aspirar a seguir su ejemplo de tener cinco hijos, limitándose a uno o a enfrentar la ira de una política infantil al estilo chino, que envía a las mujeres que desafían sus edictos a “campos de reeducación,” una vez que han sido golpeadas y forzadamente inyectadas para acabar con la vida de sus bebés dentro del vientre, por supuesto.

“El Sr. Turner – un defensor del control de la población – dijo que el estrés ambiental en la Tierra requiere de soluciones radicales, lo que sugiere que los países deberían seguir el ejemplo de China en el establecimiento de una política de tener un hijo único para reducir la población mundial a través del tiempo. Añadió que los derechos de fertilidad podrían ser vendidos para que las personas pobres puedan beneficiarse de su decisión de no reproducirse “, informa el Globe and Mail.

El secreto detrás del llamado de Turner para que las naciones occidentales impongan una política tiránica -que en China es administrada por la policía secreta y de “planificación familiar”, que secuestran, drogan fuerzan a las mujeres a abortar bebés- no tiene nada que ver con su preocupación por el medio ambiente.

Turner tiene cinco hijos y es dueño de nada menos que 2 millones de acres de tierra. Él es el mayor propietario de tierras privadas en el planeta, por debajo sólo de las familias reales de Europa. Turner ha defendido públicamente programas de reducción de la población que sacrifiquen a la población humana en un asombroso 95%, una cifra que sólo puede lograrse a través del genocidio total, el aborto y el infanticidio en masa.

En el tercer mundo, Turner ha aportado miles de millones a la reducción de la población, especialmente a través de los programas de las Naciones Unidas, junto con Bill y Melinda Gates y Warren Buffet (el padre de Gates ha sido un miembro de Planned Parenthood y su política eugenista). Gates ha dado discursos en los que promueve el uso de vacunas y el aborto como medios para reducir la población mundial y la reducción de las emisiones de CO2.

El pretender que la atención de salud a través de vacunas puedan salvar vidas pero al mismo tiempo disminuir el número de habitantes en el planeta es un oxymoron, a menos que Gates se refiera a las vacunas que esterilizan a la gente, que es precisamente el mismo método que se propugna en el libro escrito por el actual asesor científico de la Casa Blanca, John P. Holdren titulado Ecoscience. Este libro aboga por una dictadura o “régimen planetario” para hacer cumplir las medidas draconianas de reducción de la población a través de toda clase de técnicas de opresión, incluida la esterilización.

Esto es lo que Gates y Turner discutieron cuando se reunieron en secreto con gente como George Soros, David Rockefeller y Oprah Winfrey en una reunión privada de multimillonarios en Manhattan el año pasado, una confabulación que se centró en cómo estos globalistas podrían usar su riqueza para “frenar el crecimiento de la población mundial. ”

Como es manifiestamente probable, la agenda verdadera detrás de avivar las llamas de los temores acerca de la sobrepoblación es reducir los niveles de vida a nivel mundial, al impedir que el tercer mundo nunca llegar a ser económicamente próspero, a la vez que evisceran las clases medias de las naciones occidentales. No tiene nada que ver con el cuidado del ambiente o el planeta y no es más que otro caballo de Troya que los globalistas invocan para avanzar su tiranía.

Este hecho fue admitido en un plan de la ONU filtrado que surgió en septiembre. El documento pide a los alarmistas del cambio climático impulsar el tema de la “sobrepoblación” como un reemplazo para “el cambio climático”, si bien admiten que el objetivo final es “limitar y reorientar las aspiraciones de una vida mejor de la creciente clase media en todo el mundo”, en otras palabras, para convencer a las masas que van a tener que contentarse con un estado de pobreza para salvar el planeta de Armagedón. Por supuesto, el tío Ted podrá quedarse con sus 2 millones de acres y sus cinco hijos quienes pasarán a procrear ad infinitum.

La sobrepoblación es un mito. Las propias cifras de la ONU indican claramente que la población se estabilizará en 2020 y luego caerá dramáticamente después de 2050 de una manera natural. Como The Economist informó: “La fertilidad está cayendo y el número de miembros de las familias se está reduciendo -como en Brasil, Indonesia, e incluso partes de la India- que la gente piensa que está explotando con nuevos nacimientos. Como está información muestra, la tasa de fecundidad de la mitad del mundo ahora es 2.1 o menos; el número mágico que es consistente con una población estable y se suele denominar “la tasa de reposición de la fertilidad”. En algún momento entre 2020 y 2050 la tasa mundial de fecundidad estará por debajo de la tasa de sustitución global “.

Para destacar, no sólo los números indican claramente que la sobrepoblación es un susto artificial, pero también que los alarmistas se han visto obligados a admitir que están avivando los temores a fin de reducir los niveles de vida en el oeste y por lo tanto poner en marcha una redistribución “mundial de la riqueza. ”

Y no por un segundo se deje engañar en pensar que esta supuesta “redistribución de la riqueza” se manifiestará en una especie de utopía socialista. Como se descubrió durante la cumbre de Copenhague, el programa de “redistribución de la riqueza” en gran parte se centra en el saqueo de la riqueza de las clases medias en los países más ricos a través de impuestos sobre el carbono y luego se usará ese dinero para financiar la construcción de un gobierno mundial. Como reveló el “texto danés”, el dinero generado por impuestos al consumo irá directamente al Banco Mundial, no para los países en desarrollo.

Aún si usted cree en la charlatanería distribuida sobre la superpoblación, los hombres con facultad para “resolver el problema”, han declarado que su principal objetivo es matar a un 95 por ciento de la humanidad, destrozar la prosperidad y la libertad económica en el oeste, así como velar por que el tercer mundo siga siendo esclavizado con montañas de deuda al Banco Mundial y el FMI.

Ted Turner es un industrial multimillonario con cinco niños, 2 millones de acres de tierra y una red de intereses empresariales que combinado debe arrojar más dióxido de carbono en un año que todas las personas que leen este artículo juntos en la vida podrían emitir. Y él le está diciendo a usted que haga sacrificios, que no tenga hijos y que venda sus derechos reproductivos y se esterilizarse, para reducir su nivel de vida, al igual que Al Gore charlatanea sobre la subida en los niveles del mar causados por el calentamiento global, mientras que compra propiedades por millones de dólares en puntos turísticos alrededor del mundo.

¿Cuánta más evidencia se necesita para que la gente acepte el hecho de que la sobrepoblación es un mito y que ha sido secuestrado por los alarmistas del calentamiento global que ahora lo están utilizando como un sustituto de la ciencia del cambio climático desacreditado para construir su nuevo orden mundial, que se basa por completo en exprimir a la clase media y hacer a la gente más dependiente de un gobierno grande, convirtiéndose así en los artífices de su propia esclavitud?

Gobierno de Obama gastó $10 millones para abortos en Kenia

Un congresista de EE.UU. que investiga gastos posiblemente ilegales hacia la promoción del aborto en Kenia dice que ha recibido información que indica que la administración Obama puede tener canalizado más de $ 10 millones en fondos de los contribuyentes para el proyecto.

A principios de este mes el representante Chris Smith (R, NJ), escribió al Departamento de Estado, pidiendo una investigación federal para determinar si el gasto del gobierno en apoyo de una constitución a favor del aborto en Kenia contravenía las leyes de EE.UU.

Smith, el republicano de más alto rango en el Subcomité de Asuntos de Salud Globales, junto con Darrell Issa, de California, el republicano de mayor rango en el Comité de Supervisión de la Cámara, y la representante Ileana Ros-Lehtinen, de Florida, la republicana de mayor rango en el Comité de Asuntos Exteriores , se refirió a su preocupación de que la Administración Obama, dio la promesa de gastar US $ 2 millones para fomentar el apoyo a la constitución propuesta, podría constituir una grave violación de la Enmienda Siljander y, como tal, puede estar sujeto a sanciones civiles y penales en el marco de la Ley Antideficiencia.

La Enmienda Siljander, parte del Estado, la Ley de Asignaciones para Operaciones Exteriores dice: “Ninguno de los fondos disponibles en virtud de la presente ley podrá ser utilizado para presionar a favor o en contra del aborto,” y “violaciónes están sujetas a sanciones civiles y penales en virtud de la Ley de Antideficiencia , 31 USC § 1341. ”

Ahora el representate Smith dice que los investigadores le han proporcionado nuevos datos:

“Esta semana me enteré de que los gastos de EE.UU. en apoyo de la constitución propuesta podría ser superior a 10.000.000 dólares -cinco veces el nivel original que se sospechaba”, dijo Smith a la prensa independiente pro-vida LifeNews.com en su página web.

“Este gasto masivo, sin duda, será dirigido a aquellas entidades que están presionando por la ratificación de la constitución propuesta. Ese apoyo también permitirá la aprobación de una constitución que es opuesta por muchos líderes pro-vida en Kenia, ya que consagra nuevos derechos al aborto. Como tal, la financiación es una clara violación de la ley federal contra el uso de fondos de los contribuyentes para abogar a favor o en contra del aborto “, explicó Smith.

Y añadió: “Saber de importantes donaciones adicionales de EE.UU. da urgencia aún mayor a nuestra petición de una investigación exhaustiva y objetiva de todos los Departamento de Estado y USAID sobre actividades financiadas relacionados con propuestas de constitución de Kenia. Espero que todos los organismos de investigación tomen nuestra petición en serio y actuen con rapidez en este asunto. ”

A pesar de que hasta 300.000 abortos se realizan cada año, la práctica no está permitida en Kenia, salvo en los casos donde la vida de la madre está en riesgo. El nuevo proyecto de Constitución, programado para someterse a un referéndum en agosto, significaría legislar para abortos sin límite durante todo el embarazo por cualquier razón.

Según Human Life International (HLI) hasta 20 grupos extranjeros pro-aborto están gastando dinero en el país africano para conseguir la aprobación pública de la constitución propuesta.

El mes pasado, el embajador de EE.UU. en Kenia, Michael Ranneberger instó al presidente keniano, Mwai Kibaki y el primer ministro Raila Odinga para conseguir apoyo popular para la constitución, e indicó que el gobierno de Obama podría ayudar a financiar una campaña nacional en un esfuerzo por persuadir al público a ratificar el documento .

Cualquier investigación oficial sobre el gasto del gobierno de EE.UU. en Kenia es probable que apunte hacia una de las primeras acciones de Obama en su cargo, la emisión de una orden ejecutiva levantando la prohibición de usar dinero de los contribuyentes para financiar “planificación familiar” a nivel internacional con grupos que asesoran a las mujeres y llevan a cabo abortos en todo el mundo, pero principalmente en África.

Cultura del siglo 21: Libre Empresa vs Control Gubernamental

Por Luis R. Miranda

Esta no es la guerra cultural de la década de 1990. No es una lucha por armas de fuego, homosexuales o el aborto. Esas batallas han

El modelo de libre empresa fue cambiado por el corporatismo gubernamental, lo que acabó con el libre mercado.

sido eclipsadas por una nueva lucha entre dos visiones para el futuro. En una, las naciones pueden continuar siendo parcialmente libres, organizadas sobre principios de Libre Empresa tiene que existir para los engranajes para moverse. – gobierno limitado, la confianza en el espíritu empresarial y recompensas determinadas por las fuerzas del mercado. En el otro, esas mismas naciones se pueden dirigir hacia el estatismo de estilo europeo en tierras donde la burocracia se expande cada vez más, una economía dirigida y la redistribución del ingreso a gran escala. Estas visiones no son conciliables. Hay que elegir.

No está del todo claro qué lado va a prevalecer. Las fuerzas del gobierno grande están muy arraigadas y disfrutan de todo el arsenal de la administración de dinero y la influencia. Nuestros líderes, ayudados por la crisis económica sin precedentes de los últimos años y el pánico que induce, han aprovechado el momento para introducir ampliaciones impresionantes del poder estatal en los grandes sectores de la economía, desde seguro social y atención médica hasta proyectos de ley de regulación financiera. Si estas fuerzas siguen prevaleciendo, las naciones dejarán de ser de Libre Empresa.

Yo llamo esto una guerra cultural, porque la Libre Empresa ha sido parte integral de la cultura capitalista mundial desde el principio, y todavía se encuentra en el núcleo de nuestra historia y carácter. “Un gobierno sabio y frugal”, declaró Thomas Jefferson en su discurso inaugural, primero en 1801, “que prevenga que los hombres se dañen entre sí, de lo contrario no les dejará libres para regular sus propios asuntos de la industria y su mejora, y no tendrán el pan que se han ganado. Esta es la suma de un buen gobierno.”  Más tarde, advirtió: “Tomar de uno, porque se piensa que su propia industria y la de sus padres ha adquirido demasiado, a fin de ahorrar a los demás, que, o cuyos padres, no han hecho uso de la industria y la igualdad de competencias, es violar arbitrariamente el primer principio de asociación, la garantía a cada uno de un libre ejercicio de su industria y de los frutos adquiridos por ella. “En otras palabras, tenga cuidado con el control económico del gobierno, y ¡ay de los redistribuidores.

Ahora, como antes, el espíritu de empresa sólo puede florecer en una cultura donde los individuos están dispuestos a innovar y ejercer el liderazgo, donde la gente disfruta de las recompensas y enfrenta las consecuencias de sus decisiones, y donde se puede apostar a la seguridad del status quo para tener la oportunidad de éxito en el futuro.

Sin embargo, en su discurso de graduación en la Universidad Estatal de Arizona el 13 de mayo de 2009, el presidente Obama advirtió en contra de esos impulsos, precisamente: “Se nos enseña a perseguir a todos los anillos de latón de costumbre, usted trata de ser alguien; que corra detrás del dinero y que se preocupe del tamaño de su oficina; que te preocupes por tener un título de fantasía suficiente o un coche lo suficientemente elegante. Ése es el mensaje que se envía cada día, o ha sido en nuestra cultura durante demasiado tiempo – que a través de las posesiones materiales, a través de una competición despiadada a cabo sólo en su nombre – que es cómo se va a medir el éxito. Tal ambición,” advirtió, “puede llevar a comprometer tus valores y tus principios.”

Es verdad, el dinero no compra la felicidad. Pero para que el presidente de los Estados Unidos advierta a los adultos jóvenes activamente que se mantengan lejos de la ambición económica es notable. Y deja claro que trata de cambiar nuestra cultura.
La ironía es que, por amplio margen, los estadounidenses apoyan la libre empresa. Una encuesta de Gallup en enero encontró que el 86 por ciento de los estadounidenses tienen una imagen positiva de la “libre empresa”, con sólo 10 por ciento que la ve negativamente. Del mismo modo, en marzo de 2009, el Pew Research Center preguntó a personas de un amplio rango de grupos demográficos: “En general, ¿cree que la gente está mejor en una economía de libre mercado, aunque puede haber grave desigualdad, o no lo crees? ” Casi el 70 por ciento de los encuestados reconoció que estaría mejor en una economía de libre mercado, mientras que sólo el 20 por ciento estuvo en desacuerdo.

De hecho, no importa cómo la cuestión se plantea, no más del 30 por ciento de los estadounidenses dicen que creen que le iría mejor sin el libre mercado en el centro de nuestro sistema. Cuando se trata de apoyo a la libre empresa, somos esencialmente una nación 70-30.

Así que la pregunta es: Si amamos la libertad de empresa tanto, ¿por qué el 30 por ciento quieren cambiar esa cultura?

No es simplemente por la elección de Obama. Por mucho que a los republicanos no les guste oírlo, el estatismo había tomado efectivamente el control mucho tiempo atrás.

La administración de George W. Bush comenzó el enorme rescate de Wall Street y Detroit, y durante años antes de la crisis económica, el Partido Republicano hablaba de la libre empresa al mismo tiempo ampliaba el gobierno con dinero prestado y aumentaba el porcentaje de ciudadanos sin renta disponible. La coalición de 30 por ciento no tomó las riendas para gobernar con la llegada de Obama, Nancy Pelosi y Harry Reid. Las élites en Estados Unidos y el resto del mundo han estado en el poder por muchos años.