Reguladores sabiam que o Roundup causa defeitos em seres humanos

Tradução de Luis R. Miranda
05 de junho de 2011

Posso contar as sugestões inúmeras de pessoas que me diziam que usara herbicida Roundup quando estava cortando grama, porque era o único que terminaria com as ervas daninhas. Ervas daninhas, sem dúvida, emergem rapidamente, com toda a chuva que temos aqui em Atlanta! Mas nunca usei.

Um novo relatório foi divulgado hoje que explica que os reguladores da indústria têm conhecido há anos que o Roundup, o herbicida mais vendido no mundo, produzido pela empresa Monsanto, causa defeitos de nascimento.

As conclusões do relatório Roundup e defeitos de nascimento: O público é Mantido no Escuro é que os reguladores sabiam já em 1980 que o glifosato, o produto químico usado no Roundup, pode causar defeitos congênitos em animais de laboratório.

Além disso, a Comissão Europeia conhecia o fato que o glifosato causava defeitos congenitos, pelo menos desde 2002, mas a informação não foi dada ao público.

Os reguladores enganaram o público sobre a segurança do glifosato, diz o relatório. No ano passado, o escritório federal alemão de Defesa do Consumidor e Segurança Alimentar, uma agência do governo alemão que analisou a segurança do glifosato para a Comissão Europeia disse que não havia nenhuma evidência de que o glifosato causara defeitos congênitos.

Don Huber, professor emérito da Universidade de Purdue, escreveu uma carta a Tom Vilsack, secretário da Agricultura dos EUA, pedindo uma moratória para desregulamentar as culturas geneticamente modificadas, que eram imunes ao Roundup, que são comumente chamados cultivos Roundup Ready.

Em sua carta, Huber também se referiu ao herbicida dizendo: “É bem documentado que o glifosato promove patógenos de solo e já está envolvido com o aumento de mais de 40 doenças de plantas, além de desmantelar suas defesas por quelação dos nutrientes vitais e reduzir a biodisponibilidade dos nutrientes nos alimentos. Este, por sua vez, pode causar distúrbios nos animais. ”

Surpreendentemente, um analise do glifosato que seria feita em 2012 foi adiada pela Comissão Europeia, que decidiu no final de 2010 aguardar até 2015 para efetuar uma nova revisão. Além disso, o produto químico não será revisto de forma mais rigorosa até que as regras sejam atualizadas em 2030.

“Nossa análise da evidencia leva à conclusão de que a aprovação do uso de glifosato em Roundup é profundamente errada e pouco confiável”, escreveram os autores do relatório em sua conclusão. “Além do mais, temos aprendido com especialistas familiarizados com a avaliação dos pesticidas e aprovações que o caso da aprovação do glifosato não é incomum.

“Eles dizem que a aprovação das avaliações de muitos pesticidas são baseadas em dados e avaliações de risco que são cientificamente defeituosas”, acrescentam. “Esta é outra razão pela qual a Comissão deve rever urgentemente os ingredientes usados nos agrotóxicos, tais como o glifosato e outros de acordo com os mais rigorosos padrões existentes.”

Chefe da Interpol quer uma Identidade Biométrica Global

Por Luis R. Miranda
The Real Agenda
Abril 8, 2011

O chefe da Interpol, tem enfatizado a necessidade de um cartão de identidade global verificável por via electrónica (e-ID) como parte de um sistema que inclui trabalhadores migrantes. Ronald K. Noble disse isso em um fórum internacional em projetos de identificação de cidadãos, passaportes eletrônicos e gerenciamento de controle de fronteiras.

Falando na quarta reunião anual ID World da EMEA, o Secretário Geral da Interpol, Ronald K. Noble disse que a regulação dos níveis de migração e de gestão da segurança nas fronteiras apresentam problemas para os países e para o mundo e a Interpol oferece sua experiência para ajudar a resolve-lo.

“Num momento em que os migrantes estão atingindo níveis recordes, há uma necessidade de que os governos implementem sistemas nacionais que permitam a identificação dos imigrantes e seus documentos sejam verificados a nível internacional através da Interpol”, disse Noble.

“A vasta maioria dos imigrantes são cidadãos cumpridores da lei (então, por que essa identificação é necessária?) que gostariam de ter sua identidade verificada em mais de um país, usando a mesma identificação. Se os países emitem autorizações de trabalho e de residência em um formato de identificação eletrônica que atendem aos padrões internacionais comuns para os trabalhadores migrantes e de seus próprios países se beneficiariam porque melhoraria a eficácia, segurança nacional e a corrupção seria reduzida. ” (Note que quando os globalistas querem implementar um novo sistema de controle, oferecem sempre a desculpa de conveniência e segurança).

Aqueles que participaram do fórum ouviram explicações de como os cartões de identificação globais, exigem o desenvolvimento de um mecanismo para incluir as características de identificação biométrica, incluindo impressões digitais e DNA, porque de acordo com a INTERPOL isto verifica sistematicamente as informações numa base de dados global.

“Hoje a Interpol ajuda os países membros com a verificação de documentos de viagem dos passageiros dos transportes aéreos internacionais cerca de 500 milhões de vezes por ano. Seria uma extensão natural desse serviço ajudar os países membros para determinar se os portadores de uma identidade em todo o mundo possuem uma identidade válida ou são procurados internacionalmente por crimes cometidos e devem ser aprendidos pela Interpol, quando solicitam um emprego ou uma autorização de residência “, disse o chefe da Interpol. (Note a premissa que INTERPOL tem para estabelecer este sistema de control: Todos são culpados ate não ser provada sua inocência. No passado, todos eram inocentes ate ser provada sua culpabilidade em qualquer crime.)

“A emissão de cartões de identificação eletrônica em um formato verificável global também pode reduzir a corrupção e permitir que os titulares sejam elegíveis para os regimes de remessa eletrônica para incentivar um maior desenvolvimento económico e a prosperidade dos países membros da Interpol “concluiu Noble. (De novo a carta da conveniência sendo usada)

Os oradores principais do foro foram o ministro do Interior paquistanês, Rehman Malik, Vice-Presidente de Integridade do Banco Mundial, Leonard McCarthy, o diretor de Assuntos Internacionais da Comissão Europeia e Director-Geral da Administração Interna, Luís Sorek, Chefe da Autoridade de Identidade dos Emirados Árabes Unidos, Ali Al-Khouri, e Tariq Malik, do Banco de Dados Nacional e da Autoridade do Registro do Paquistão. (Todos estes membros de organizações globalistas ou controladas por elas.)

Parte da soberania de um país inclui o controle de suas próprias fronteiras, a definição das políticas sobre a migração e o trabalho doméstico, bem como formas de identificar os seus cidadãos e visitantes. A maioria dos países nao têm leis que exigem que seus cidadãos obtenham documentos de identificação e muito menos estão obrigados a carrega-los. No entanto, se atribui a organizações globalistas como a Interpol o papel de polícia global para implementar políticas de controle em todos os países onde atua, que são a maioria.

Para uma apresentação detalhada sobre o que significa este programa de identidade global, ver o documentário “Shadow Government” (Governo Sombra), clicando aqui.

Para obter uma lista completa dos países que fazem parte da INTERPOL, clique aqui.