Anticorpos Induzidos por Vacinas são Desnecessários para Combater Doença

POR LUIS R. MIRANDA | THE REAL AGENDA | 15 ABRIL 2012

Historicamente, o estabelecimento médico-farmacêutico promoveram vacinas como a solução milagrosa para todos os problemas de saúde que os seres humanos enfrentam. Casas farmacêuticas concluiram que as vacinas eram necessárias porque o corpo necessita delas para construir anticorpos para combater doenças e que as vacinas eram a melhor ferramenta para garantir que o sistema imunológico humano tivesse a capacidade de produzir estes anticorpos. No entanto, as vacinas são coqueteis ineficazes e tóxicos de metais pesados e vírus vivos, que não só nao previnem doenças mas que as causam.

Inúmeros estudos — por favor, faça sua própria investigação — têm mostrado a ligação entre ingredientes das vacinas, como o mercúrio, o esqualeno, adjuvantes e condições médicas, como o autismo, câncer, condições do sistema nervoso, danos ao cérebro, e assim por diante. Os profissionais médicos como Russell Blaylock e Andrew Wakefield tem falado interminavelmente sobre os perigos das vacinas — devido a forma em que são produzidas — para a saúde humana. Mas apesar dos inúmeros estudos e avisos de profissionais médicos, autoridades de saúde e empresas farmacêuticas sempre trabalharam em conjunto para impor regras — não leis — que todos devem ser vacinados para seu próprio bem.

Enquanto a maioria das políticas oficiais do governo indicam que as vacinas são devidamente testadas e continuamente monitoradas pelos seus possíveis efeitos colaterais e reações, a maioria das vacinas são testadas e monitoradas apenas pelos produtores destas vacinas, que enviam seus resultados para as autoridades “vigilantes”. Estas autoridades permitem aos fabricantes a liberdade de produzir vacinas em massa, que mais tarde são recomendadas e acrescentadas à lista cada vez maior de vacinas, especialmente crianças, que são injetadas desde o nascimento.

Só que agora há um problema, um problema novo para o cartel médico-farmacêutico: O corpo humano não necessita de anticorpos induzidos pelas vacinas para combater doenças, vírus, bactérias ou outros agentes patogénicos. O nosso sistema imunológico na verdade, tem a capacidade de produzir anticorpos naturais que por sua vez, funcionam como defesas contra as doenças. O sistema imunológico humano é composto de características originais e outros que são fabricados pelo organismo — criado depois que uma pessoa nasce e cresce — que trabalham juntos para manter o corpo a salvo de doenças sem a necessidade de produtos artificiais criados em laboratórios. Isto pode vir como uma surpresa para muitos, mas não para outros indivíduos que estão bem informados sobre como evitar e curar doenças.

A pseudociencia usada para implementar as políticas de vacinação diz que quando uma pessoa é injectada com uma vacina, o sistema imunológico responde aos ingredientes da vacina como se fosse um ataque real a partir de um vírus ou outro agente patogénico. O corpo responde a este suposto ataque, criando anticorpos para tratá-lo. No futuro, se o vírus ou o organismo ataca a pessoa novamente, o sistema imunológico sabe como reagir e se defender do ataque. Isso é explicado como se o sistema imunológico “aprendesse” como agir em caso de uma infecção. O problema é que o suposto “aprender” para combater a doença é algo que o corpo já sabe como fazê-lo; é uma habilidade natural, como é sua capacidade de produzir anticorpos. O que a reação induzida pela vacina realmente faz é alterar a resposta natural do sistema imunitário humano que por sua vez prejudica o sistema imunológico, porque ao longo do tempo, o corpo não pode responder a outros vírus ou organismos que podem causar doenças mais do que aquelas injectadas através de uma vacina. Este é o caso com a gripe comum.

O vírus da influenza é um organismo que está sempre mudando, nunca é o mesmo. Quando as pessoas injetadas com a vacina contra a gripe comum que contem a cepa do ano passado, elas acham que estarão protegidos, mas a nova cepa não tem nenhum problema para entrar num sistema imunológico degradado  que não é apenas indefeso contra ela, mas também incapaz de lidar com a nova versão do vírus em si.

Este é o momento onde o estudo publicado na revista Immunity confirma nossas suspeitas. O estudo mostra que anticorpos induzidos pela vacina são incapazes de combater doenças por si sós, uma característica que só ocorre naturalmente em anticorpos produzidos pelo nosso sistema imunológico. Este é o fato que absolutamente quebra o mito de que as vacinas são necessárias para manter as pessoas livres de vírus ou bactérias que podem causar doenças. Como em muitos outros casos, a teoria científica alegada é apenas isso, uma teoria. Como mencionado no estudo, as vacinas não ajudam a prevenir ou combater infecçoes. “Nossos resultados contradizem a visão atual de que os anticorpos criados em resposta às vacinas são absolutamente necessários para sobreviver a infecções com vírus como o VSV (vírus da estomatite vesicular), e estabelecer uma função inesperada para as células B como guardiões de macrófagos na imunidade antiviral “, diz Dr. H. von Andrian Uldrich Harvard University Medical School.

Dr. von Andrian acrescentou que “é importante dissecar o papel dos anticorpos e interferon na imunidade contra vírus similares, que atacam o sistema nervoso, tais como raiva, vírus do Nilo Ocidental e Encefalite.”

Então, se as vacinas não funcionam como anunciadas pelas grandes empresas farmacêuticas, e se são prejudiciais para o sistema imunológico natural, porque as agências governamentais sempre recomendam que todos usemos tais vacinas? De acordo com o neurocirurgião Russell Blaylock, as vacinas suprimem o sistema imunológico sendo que este não pode produzir citocinas de tipo Th2 e também suprimem a imunidade celular. O resultado é um enfraquecimento do sistema imunológico que resulta em um corpo fraco que é mais vulnerável às doenças, e que também faz com que o corpo leve mais tempo para se recuperar. O que os resultados deste estudo representam é o prego final no caixão da pseudociência das vacinas. As vacinas foram — segundo os cientistas — a melhor invenção desde o advento da roda, para tornaran-se um mal perigoso, mas necessário, e agora são um método ineficaz para combater doenças.

“Incrivelmente, nunca houveram estudos controlados comparando uma população de pacientes vacinados contra outro grupo de pacientes não vacinados,” diz o Dr. Phillip Incao. A crítica do Dr. Incao é suportada por muitos médicos independentes como o Harold Buttram. “Não houve nenhum estudo desta natureza, e, aparentemente, nunca foi tentado”, diz Dr. Buttram.

Além das informações acima, é importante dizer que a vacinação obrigatória atual — não há lei que obrigue ninguém a usar uma vacina — em quase todos os países violam o Código de Nuremberg, o conjunto de regras que todos os profissionais da medicina devem seguir, quando se trata da utilização de vacinas. De acordo com o Sistema de Informação de Efeitos Adversos Causados por Vacinas (VAERS), existem pelo menos 2.142 mortes confirmadas e 3.177 pessoas portadoras de deficiências permanentes entre 1991 e 2001, que foram causadas por vacinas. Veja a pagina Vigilância após a Imunização. Mas, na realidade, as estatísticas globais mostram que as conseqüências são muito piores. As mortes são entre 21,420 a 142.800 mortes, se considerarmos que apenas 1,5 a 10% de eventos adversos são relatados.

Segundo o Instituto Mundial das Vacinas, estas são responsáveis por causar doenças como a AIDS, Câncer, Diabetes, Audição e perda de visão, hepatite B, MMR, caxumba, poliomielite, rubéola e autismo, sem que ninguém jamais demonstrasse que uma vacina curou ou ajudou a tratar nenhuma doença.

Se você está curioso para saber quais são alguns dos ingredientes utilizados na produção de vacinas — muitos dos que se acumulam em seu corpo — por favor, seja corajoso e veja a lista fornecida pela CDC.

As vacinas nunca ajudaram a reduzir a incidência de nenhuma doença, muito menos a cura-las. Veja os gráficos abaixo que demonstram como as vacinas sempre foram usadas DEPOIS que as doenças começaram a desaparecer o qual foi usado para justificar o seu uso.

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